>>>> Santuário Nacional de Cristo Rei, Almada - O abraço do Cristo Rei a Portugal e a sua alma gémea...

Chegou o dia, em que íamos visitar a maior atracção turística do concelho de Almada, o melhor terraço para desfrutar de maravilhosas vistas sobre Lisboa e não só....


Tinha chegado o dia de visitar o Cristo Rei! Os meus filhos já o tinham avistado por várias vezes, mas nunca tinha surgido oportunidade de o ir conhecer! Houve uma altura, em que ao longe, o Cristo Rei parecia, ao meu filho, uma águia....

↪ A Ponte 25 de Abril é o parceiro perfeito para formar junto com o Cristo Rei a dupla perfeita! Um ícone nacional, não sendo possível imaginar estarem desassociados... um privilégio que os residentes e visitantes agradecem poderem partilhar da companhia de um e de outro...


Porém, referir-mo-nos ao Cristo Rei apenas como um miradouro de 5 estrelas a não perder, estamos a reduzi-lo em termos de significado e importância, principalmente para os cristãos. Muitas vezes apelidado apenas de Cristo Rei, é remetido para segundo plano o verdadeiro motivo da sua existência: a fé católica. A designação deste local é oficialmente Santuário Nacional de Cristo Rei.


Local cheio de mensagens, pelas diversas ligações fortes que tem com o Santuário de Fátima (Portugal), o Santuário do Cristo Redentor (Brasil) e ainda com o Santuário de Santiago de Compostela (Espanha) e até com um episódio negro da história da humanidade, a II Guerra Mundial....

↪ A zona verde que se avista é o Parque Florestal de Monsanto, o pulmão de Lisboa...

Vamos viajar por estas ligações que se cruzam todas aqui no Santuário Nacional do Cristo Rei!


De uma viagem ao Rio de Janeiro em 1934, nasce o desejo no Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel G. Cerejeira, de ter um Cristo Redentor, não do Corcovado, mas de Lisboa.


Pode-se por isso dizer que o nosso Cristo Rei foi inspirado pelo Cristo Redentor! Algum problema? Não, absolutamente nenhum! Deixai-vos contagiar e inspirar por ideias fantásticas! Isto é uma grande riqueza que se ganha ao viajar! Tal como o lema deste blogue! Ainda bem, que assim o foi! É pano de fundo para muitas e lindíssimas imagens, tanto de dia como de noite, com o céu a brilhar ou com o céu nublado...fica sempre uma imagem perfeita... figurando num lugar perfeito!


O sonho do Cardeal, tornou-se o objetivo assumido por todos os Bispos Portugueses em 1937: a construção do monumento nacional do Cristo Rei!


Este objetivo ganha outra dimensão em Fátima a 20 de abril de 1940, onde os Bispos, estando no período da II Guerra Mundial iniciada em 1939, fazem o seguinte voto: "Se Portugal fosse poupado da Guerra, erguer-se-ia-a sobre Lisboa um Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, sinal visível de como Deus, através do Amor, deseja conquistar para Si toda a humanidade."


Portugal manteve a neutralidade e não participou na segunda guerra mundial.


O homem sonha, mobilizam-se os esforços e a obra nasce, com a ajuda de uma campanha de angariação de fundos realizada ao longo de vários anos, destacando-se a contribuição também das crianças portuguesas no âmbito da campanha "Pedras Pequeninas".


A construção iniciou-se a 18 de dezembro de 1949 e é inaugurada quase 9 anos e meio depois, a 17 de maio de 1959, dia de Pentecostes
--> Curiosidades: Pentecostes é celebrado 50 dias depois da Páscoa, assinalando a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo, enquanto estes o aguardavam no Cenáculo, no Monte Sião em Jerusalém. O Cenáculo é o lugar onde os discípulos se reuniam para rezar. Foi também o local da Última Ceia assim como o local de reencontro com os apóstolos depois da ressurreição. Por isso mesmo, o Cenáculo é considerado a mãe de todas as igrejas.


Um dado interessante e deveras admirável, é ser afirmado que durante a construção deste monumento nos anos 50 do século XX, não houve mortos a lamentar entre os trabalhadores duma obra desta envergadura...


Nesta obra monumental, construiu-se primeiro a estrutura bruta com 40 mil toneladas de betão armado e só depois se fez o trabalho minucioso de escultura... sim, isso mesmo, a escultura foi feita no local, onde se encontra atualmente esta bela estátua de Jesus Cristo, ou seja, a cerca de 100 metros de altura.


O dia da inauguração foi um grande evento, contando com a presença de todo o Episcopado Português, os Cardeais do Rio de Janeiro e de Lourenço Marques (a partir de 13 de março de 1976 passou a designar-se Maputo, capital de Moçambique), entre outras autoridades civis e 300 mil pessoas, perante a imagem de Nossa Senhora de Fátima.



As palavras do Cardeal Patriarca ficaram para sempre associadas ao Cristo Rei: "Este será sempre um sinal de Gratidão Nacional pelo dom da Paz",

↪ Existem 14 estações da Via-Sacra de Jesus que os peregrinos poderão percorrer neste santuário, existindo em cada estação um texto específico do Evangelho.

Assume-se que a construção representa o cumprimento da promessa dos Bispos de Portugal ao Sagrado Coração de Jesus, por Portugal não ter participado na II Guerra Mundial, representando por sua vez um símbolo à gratidão pela paz. Resumidamente, é um monumento religioso, em particular católico, dedicado à paz e é um sinal do amor infinito de Deus por toda a humanidade...

↪ Vista do cimo do monumento do Cristo Rei...

O monumento nacional está cheio de simbolismo. Assim, os 4 pilares que formam o pedestal sobre o qual assenta a escultura de Jesus Cristo, representam os 4 pontos cardeais. Estes pilares formam uma estrutura em arco, para expressar o triunfo do Cristo Rei.


Simbólico é também a localização e posição da estátua de Jesus Cristo que abraça Lisboa, capital de Portugal, abraçando por isso, simbolicamente o país todo, ou seja, todos os Portugueses.


Outra perspectiva, não tão profunda e abrangente mas também muito bonita, é que de abraços abertos recebe quem chega à margem sul do Tejo (margem esquerda do rio).


A imagem do Cristo Rei é da autoria do Mestre Francisco Franco.


Este monumento nacional dedicado ao Sagrado Coração de Jesus veio tornar-se santuário nacional de Cristo Rei. Aliás, integra o Triângulo de Ouro dos Peregrinos da Península Ibérica que é constituído também pelo Santuário da Nossa Senhora do Rosário de Fátima (Portugal) e a Catedral de Santiago de Compostela (Espanha).

↪ A Cruz Alta que já pertenceu ao Santuário de Fátima foi colocada neste local no dia 17 de maio de 2009. Neste dia, que assinalou a comemoração do Cinquentenário do Monumento, contando, tal como no dia da inauguração, com a imagem da Nossa Senhora de Fátima (que raramente sai da Capela das Aparições do Santuário de Fátima), foi também assinada a geminação entre os santuários do Cristo Rei de Portugal e do Cristo Redentor do Brasil

↪ Ainda em relação à Cruz Alta, esta tinha sido retirada a 16 de fevereiro de 2004 do Santuário de Fátima, aquando do início das obras de construção da nova Basílica, a Basílica da Santíssima Trindade. Com a colocação da mesma aos pés do Cristo Rei, simboliza-se a união dos 2 santuários, de Fátima e de Almada, em torno da mensagem da paz, e eterniza-se as palavras do então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel G. Cerejeira proferidas no dia da inauguração do Cristo Rei: "... o santuário do Cristo Rei levanta-se como complemento do vosso santuário da Cova de Iria..."


A geminação entre os dois santuários faz todo o sentido e reforça ainda mais os, já por si existentes, laços fortes entre estas duas grandes cidades, Rio de Janeiro e Lisboa, de países de língua portuguesa, Brasil e Portugal.
Efetivamente, o Cristo Rei pode ser considerado um filho do Cristo Redentor, ou então, o irmão 28 anos mais novo do que o Cristo Redentor, ou como eu prefiro imaginar, como almas gémeas unidas pela espiritualidade e simbologia associada a ambos. O Cristo Redentor foi inaugurado a 12/10/1931.

Vamos às inevitáveis comparações...

  • Ambos os santuários retratam a imagem de Jesus Cristo, de forma ternurenta e calorosa, representando um símbolo do cristianismo, da fé e sendo um símbolo nacional
  • Ambos estão de braços abertos a formar uma cruz, quebrando-se a rigidez com a túnica que ambos vestem e uma expressão facial bonita e carinhosa, abraçando o Cristo Redentor todos os cariocas, e o Cristo Rei todos os alfacinhas.
  • Em ambos os casos é também um símbolo da paz.
  • O Cristo Rei ao abraçar a capital está simbolicamente abraçar todo o Portugal, o Cristo Redentor, apesar de não estar a abraçar a capital, abraça a cidade também conhecida por Cidade Maravilhosa, segunda maior metrópole do Brasil.
  • Ambos são conhecidos pelos seus magníficos miradouros que oferecem aos visitantes, mas ambos são santuários, facto muitas vezes esquecido em ambos os locais.  Porém, não deixam de ser miradouros espectaculares...tanto para cristãos, ateus, ou outros crentes!

Vamos agora à comparação dos números...! Nenhum ganha entrada no livro do guinness por ser o maior. O Cristo Redentor é a 3ª maior escultura de Cristo no mundo. A maior está na Polónia e a segunda maior na Bolívia. Porém, o Cristo Rei foi na altura da sua construção, a maior obra de engenharia nacional, sendo ainda hoje uma das construções mais altas em Portugal!
  • Altura da estátua: Cristo Redentor tem 30 metros e Cristo Rei tem 28 metros de altura (acho que os portugueses fizeram o nosso Jesus Cristo ligeiramente mais pequeno por uma questão de cortesia, já que nos inspirámos no Cristo Redentor, não nos quisemos superiorizar... :)  );
  • Pedestal do Cristo Redentor tem 8 metros, enquanto o pedestal do Cristo Rei tem 7 metros... não digo mais nada :) ...
  • Mas agora há uma grande diferença: Enquanto o Cristo Rei assenta sobre um pórtico de 75 metros de altura, o Cristo Redentor está no cimo do morro do Corcovado, que apesar de curvo, não tem 71 metros, mas sim 710 metros de altura.
  • Ou seja, enquanto o Cristo Redentor atinge 748 metros de altura, o Cristo Rei totaliza 110 metros de altura, tendo também nestas contas de ser contabilizado que o Cristo Rei foi erguido 113 metros acima das águas do rio, no Alto do Pragal.


Depois desta comparação analítica profunda, quero ainda deixar algumas curiosidades sobre o homónimo brasileiro do nosso Cristo Rei, antes do olhar se focar no Cristo Rei português: O monte onde se ergue o Cristo Redentor chama-se Corcovado para aludir à forma do pequeno monte curvado. Antes de ser conhecido por Corcovado, tinha sido batizado como Pináculo da Tentação, referente a uma passagem bíblica onde o Diabo leva Jesus para um monte muito alto, de onde se podiam avistar todos os reinos do mundo e oferecendo riquezas a Cristo. Nessa altura, ainda se estava longe de imaginar que iria ser o pedestal do Cristo Redentor.
Já viram bem o que é o destino e como se escreve a história...Devido à localização privilegiada com paisagens magníficas sobre o Rio de Janeiro, já em 1885 tinha sido instalado nesse morro o mirante Chapéu do Sol (estrutura circular de ferro), que foi demolido em 1942.


Depois de tantas comparações, deixo aqui a dica infalível para os mais distraídos conseguirem sempre distinguir o Cristo Rei do Cristo Redentor, mesmo em imagens onde não se tem noção onde a estátua está erguida: a estátua do Cristo Rei tem esculpida na figura um coração luminoso no peito, em alusão ao Sagrado Coração de Jesus, enquanto o Cristo Redentor, não tem esse pormenor, vestindo apenas as suas belas vestes.


Voltando o foco novamente para o Santuário Nacional do Cristo Rei, seguem-se imagens à entrada do Monumento do Cristo Rei:





↪ A porta principal está ladeada pelos 10 Mandamentos feitos em bronze, da autoria do arquitecto Sousa Araújo.

↪ Já leram a inscrição na porta? Diz: "Eu sou a porta"... ok, não vou tecer comentários, mas deixo-vos a refletir... :)


Na Capela da Nossa Senhora da Paz, de frente quando se entra pela porta principal, encontra-se a estátua da Virgem Maria e o altar do Santíssimo Sacramento.

A Virgem Maria (na imagem à direita, um pouco sumida...)  é da autoria do escultor Leopoldo de Almeida.


Ainda no piso térreo do monumento, existe uma sala dedicada ao Papa Beato João XXIII, por este santuário ter nascido no seu pontificado. Esta sala localizada no pilar noroeste, à direita da porta principal, conta com 8 quadros a óleo, da autoria do arquitecto Sousa Araújo, a ilustrar a Encíclica "Pax in Terris" escrita pelo próprio Papa. A mensagem é essencialmente que poderemos viver todos em paz e harmonia se cumprirmos com os nossos deveres e promovermos os nossos direitos. Continua muito atual este tema! Concordo e subscrevo!

↪ Foto do cálice oferecido pelo Papa Beato João XXIII ao Santuário do Cristo Rei, que por sua vez lhe tinha sido oferecido na sua visita ao Santuário da Nossa Senhora de Fátima, em peregrinação à Cova de Iria a 13 de maio de 1956, como Patriarca de Veneza,... situação um pouco delicada, por oferecer o que foi oferecido. O cálice no fundo foi transferido de santuário para santuário, pelo Papa... :) ... e assim já se contam pelo menos dois objetos do Santuário de Fátima aqui no Cristo Rei: a Cruz Alta, oferta direta, e o Cálice, oferta indireta... :)


Na zona de acesso ao elevador existe um tecto envidraçado, de forma circular, que permite visualizar as escadas e o elevador para o terraço a percorrer perto de 80 m em altura... O círculo é simbólico, pretende transmitir o movimento em direção a Deus, podendo a própria viagem no elevador ser encarada com esse espírito de viagem celeste... jamais esquecerei esta ideia quando entrar num elevador... há ideias que nos marcam, e esta é definitivamente uma delas...arrepiante...


Subimos de elevador, depois de uma pequena fila de espera, que já se tornou habitual nos monumentos na região de Lisboa e quando chegámos lá acima, fomos brindados com vistas lindíssimas...vistas soberbas que têm tornado este local um ponto de referência e sobretudo turístico em termos de miradouro, tirando o protagonismo do papel principal: o santuário...


São vistas panorâmicas a 360º para as 2 margens, para o estuário do Tejo e mais além em dias limpos! Estamos a falar de um raio superior a 20 km de vistas espetaculares...ou seja, Serra de Sintra e o seu Palácio da Pena, Belém com o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos, a zona de Alcântara Terra, a Colina de São Jorge com o seu Castelo de São Jorge e o Terreiro do Paço aos seus pés, o Estuário do Tejo, o Mar da Palha, a Ponte Vasco da Gama, a Baía do Seixal, o Castelo de Palmela, a Serra da Arrábida e o Cabo Espichel, local do Santuário da Nossa Senhora da Pedra Mua...

Ufa, penso que já deu para entender a visibilidade que este espetacular miradouro do Cristo Rei proporciona aos seus visitantes... Definitivamente, um local a não perder! Mas com um pequeno detalhe: Para aproveitarem ao máximo a espectacularidade destas visitas, faz todo o sentido, planear esta ida para um dia de céu limpo e sem vento! Pois o acesso é feito de elevador que se paga: por cada um dos meus filhos pagámos 2 euros e meio, e por cada adulto cinco euros, ficando esta viagem celeste por 15 euros no total :). Foi uma experiência fantástica, que todos gostaram muito!

Aos que ainda não subiram ao cimo do Cristo Rei, deixo a seguir mais umas fotos tiradas deste terraço sobre o rio Tejo, junto à sua companheira de sempre, a Ponte 25 de Abril:


















Também no cimo do monumento, por baixo do terraço, existe uma loja de recordações, assim como a Capela dos Confidentes do Coração de Jesus, inaugurada a 17 de maio de 2008. Nesta capela encontram-se relíquias, encastradas no altar, de São João Eudes, Santa Margarida Maria de Alacoque, Santa Faustina Kowalska e da Beata Maria do Divino Coração.


A descer, onde supostamente todos os santos ajudam, ou tive demasiada ajuda ou falta dela, e dei uma queda monumental na escada. Estava tão polida, que deu nisto... 


Claro que me tornei logo no centro das atenções, recebendo a solidariedade dos visitantes que se aperceberam deste incidente... fiquei com umas nódoas negras, mas nada que nos impedisse de continuar aproveitar o nosso rico dia de passeio em família, pois afinal estávamos juntos de FÉRIAS! :) Mas fica o aviso, cuidado ao descer as escadas... tão polidas que estão, degraus pequenos que são, sem fitas antiderrapantes... eu com as minhas sabrinazinhas... deu mau resultado...


A diocese tem feito esforços para colocar o Santuário Nacional do Cristo Rei no mapa dos santuários e não apenas nas rotas e guias turísticos de miradouros. O edifício de acolhimento é um exemplo disso.



Existem vários serviços de apoio aos peregrinos como alojamento, refeitório, salas de reuniões, parque de merendas. As receitas do santuário advêm principalmente:
  • do elevador que nos leva ao ponto alto do Santuário, o terraço miradouro;
  • dos donativos, tal como os mesmos o fizeram erguer;
  • da compra das recordações nas lojas do santuário.

Este espaço está sempre em mutação, com o objetivo de se tornar num local cada vez mais belo, melhor preparado para receber os seus peregrinos e que transmita da melhor forma a mensagem da paz. Assim, pretende-se que os seus visitantes possam sentir a paz, assente nas palavras que os Bispos proclamaram na sua promessa "Deus, através do amor, deseja conquistar para si toda a Humanidade", bem como do próprio Papa João Paulo II "só a via do amor converte os corações e lhes dá a paz" .  Pois, apesar do centro das atenções estar no monumento nacional do Cristo Rei, o santuário é constituído por 8 hectares de terreno.


Tratando-se inevitavelmente de um local muito turístico, até diria mais turístico do que religioso, devido ao esplêndido miradouro do santuário, o que também é bom para as finanças da igreja, a ideia da igreja é tentar tornar o turista num peregrino! Não deixa de ser interessante! Não restringir, não excluir, mas sim deixar conhecer, deixar explorar, e talvez tentar conquistar,... até poderia ser um caso de estudo: o turista e a religião... :) Perdoem-me esta comparação, mas é tipo IKEA: "Aqui pode experimentar..."


Segue-se mais um projeto para tentar melhorar os serviços aos mais diversos níveis deste santuário.


Pelo santuário, estão espalhadas estas pedras com palavras proferidas pelo Papa João Paulo II, em várias línguas, que convidam à reflexão e introspecção:



↪ Só tenho pena, de conter 2 pequenitos erros ortográficos... mas o que conta é a intenção... e até dá um toque aportuguesado... :) Já agora deveria ser "DIESER" e não "DIESE"; e "UND"  e não "UNDE"

Posto isto, venham visitar este espaço e confirmar que, de dedo-a-dedo da mão esquerda à mão direita do Cristo Rei, ou se preferirem ao contrário, vão 28 m de largura... :) 



A visitar nos arredores:

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